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A Emoção e a Doença

 

Natureza material temporária — fonte de ansiedades exatamente porque somos essencialmente antimatéria, almas espirituais eternas.

Aqui ocorrem repetidos nascimentos, doenças, velhice e mortes. Não existe posição permanente neste mundo material.

Muito pouco é lembrado que uma pessoa doente também tem sentimentos, tem desejos e opiniões, e tem — o mais importante de tudo — o direito de ser ouvida.

Na medicina ayurvédica está claro que as doenças invadem o corpo sutíl (mente, inteligência e ego falso) primeiramente[,] para em seguida afetar o corpo físico grosseiro de tanta[s] formas.

O casal Simonton descobriu uma base científica para a "vontade de viver". Eles demonstraram como a reação de alguém ao stress e outros fatores emocionais pode contribuir para o início e a progressão de um câncer, e como expectativas positivas, a consciência e o cuidado consigo mesmo podem contribuir para o controle e até a cura da doença.

Há clínicas e hospitais nos EUA que conciliam irradiação, radioterapia e outros com exercícios mentais de visualização com os pacientes.


"Na medicina ayurvédica está claro que as doenças invadem o corpo sutíl primeiramente, mente, inteligência e ego falso."

A visão corpo-mente já é uma prática quase comum em toda a parte — o paciente visto como pessoa (mente, corpo e emoções).

Na vida de qualquer ser humano ocorrem fases de desafios enormes que a forçam a repensar seus valores e a prática dos mesmos serem profundas e verdadeiras.

A medicina avançou muito, mas as doenças igualmente. A pior doença é ciência materialista. ... surgiram também questões éticas, morais, legais e financeiras não previstas.

Um dos grandes avanços da medicina moderna, no entanto, é a nova visão que os médicos e outros profissionais da saúde adquiriram, em relação ao nível de controle que alguém pode aprender a ter sobre os processos mentais que influenciam uma grande variedade de processos físicos.

Reexaminar o nosso ponto de vista com relação a morte.

Qualidade de morrer vem da capacidade de enfrentar os medos com honestidade e compreensão e do reconhecimento de quando se está prestes a morrer.

A admissão da própria mortalidade, da fragilidade de nossas próprias vidas. Saber como se sente um paciente que vai morrer, como também ser capaz de tratá-lo com compaixão, o mesmo que desejaríamos para nós próprios.

NOTE: Transcrição exata.

 

Parte 2: Verdades Espirituais Eternas (I)

 

 

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